Os clubes de futebol estão na fase decisiva da época e cada vez mais precisam de convocar os adeptos. Saiba mais aqui.
Jornalismo e Desporto
Sexta-feira, 29 de Março de 2013
Segunda-feira, 25 de Março de 2013
"Os patrocinadores fugiram"
As palavras são de Mário Figueiredo e referem-se à desvalorização das receitas que os clubes tradicionalmente amealhavam com patrocínios. Segundo o presidente da LPFP, a ausência de cobertura mediática semanal (ou seja, jogos em sinal aberto) tem prejudicado os clubes portugueses. Seria interessante ouvir os clubes sobre esta situação e questionar quem resolveu o problema da (não) transmissão em sinal aberto com um pontapé para canto.
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| Fonte: eternobenfica.blogspot.com |
Terça-feira, 19 de Março de 2013
No futebol como nos serviços
As marcas são muitas vezes confundidas com as pessoas, daí que estas tenham uma responsabilidade especial. O Celta de Vigo castigou dois dos seus atletas por este motivo, como analisado aqui.
Segunda-feira, 11 de Março de 2013
O Liverpool e as redes sociais
Os reds promoveram uma conversa entre Stuart Downing e os adeptos no Twitter e o resultado não foi o melhor. Saiba mais aqui.
Sexta-feira, 8 de Março de 2013
A TV e a promoção do futebol
Se o desporto-rei tem a dimensão que tem em muito o deve aos meios de comunicação social, particularmente à TV. Daí que existem pseudo-acontecimentos como as conferências de imprensa. A Liga Espanhola quer reforçar a obrigatoriedade destas. Saiba mais aqui.
Terça-feira, 5 de Março de 2013
Qatar Airways será o principal patrocinador do Barcelona
A companhia aérea substitui a Qatar Foundation na camisola blaugrana a partir da próxima época. Os dois anos que intermediaram a chegada de um patrocinador comercial ao equipamento do Barcelona foram alvo de algumas reflexões aqui.
Sábado, 2 de Março de 2013
Porque Rafael Benítez só podia dar errado
Intranquilidade, conflitos e escassos resultados. Eis
algumas marcas da passagem de Rafael Benítez pelos comandos do Chelsea. É certo
que tudo indica que esta só acabará no final da temporada, mas a tarefa do
espanhol à frente dos blues nunca
pareceu mais do que uma missão impossível, facto que se concretizou esta
semana, com o anúncio da saída.
Os antecedentes de Benítez em Inglaterra auguravam
resistências entre os adeptos. O antigo treinador do Liverpool chegava para
substituir um treinador campeão de Europa e alguém querido no difícil balneário
da formação londrina. A aura de técnico temporário nunca deixou de ser
omnipresente.
| Fonte: mirror.co.uk |
Comecemos pela contestação dos apoiantes do Chelsea. Esta
era uma promessa e concretizou-se desde o primeiro minuto. Só por isto já seria
uma jogada arriscada, quase uma irresponsabilidade de Roman Abramovich, apostar
em alguém controverso para tentar solucionar uma crise. Foi uma tentativa de
apagar um fogo com combustível. Se os resultados eram maus, tudo indiciava que
só poderiam piorar com mais um (grande) obstáculo na engrenagem dos londrinos. Os
diferentes públicos da organização que é o Chelsea foram ignorados e o
antagonismo agravou-se. Os bleus dividiram-se
numa altura em que precisavam de agrupar forças e vontades. A escolha de
Benítez denotou uma clara negligência do contexto e dos antecedentes próprios e
únicos como factores inalienáveis no funcionamento de uma estrutura.
Acreditou-se que era possível desenraizar o clube para um aqui e agora estanque
de factores contínuos e externos. Daqui se extrai uma valiosa lição: o todo é
muito mais do que a soma das partes, pelo que não vale a pena centrarmo-nos
numa fracção se ignorarmos as outras dimensões e as consequências das interacções
por elas estabelecidas.
Rafa Benítez também não facilitou o seu sucesso. Nunca lidou
bem com a contestação e não conseguiu conquistar o balneário. A forma comoanunciou a saída e as notícias de discussões com jogadores históricos como John
Terry revelaram aquilo que podemos designar como falta de jogo de cintura. O
técnico espanhol nunca chegou a perceber onde estava, não tendo um projecto perceptível
para o seu reinado.
Esta incapacidade de adaptação é ainda mais surpreendente
do ponto de vista da gestão da carreira. Depois de um início auspicioso no
Valência, a carreira de Benítez teve altos (na Liga dos Campeões) e baixos (na
Premier League) nas seis épocas à frente do Liverpool. O passo seguinte foi um
falhanço tremendo no Inter que ainda era de José Mourinho. A aposta no Chelsea,
tal como foi feita, constitui-se como mais um dano na reputação do treinador.
Texto originalmente publicado em futebol365.pt
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